Inseminação post mortem e seus reflexos no direito de família e sucessões
DOI:
https://doi.org/10.14295/revistadaesmesc.v19i25.48Palabras clave:
Inseminação post mortem. Princípios Constitucionais. Filiação. Sucessão.Resumen
O presente artigo analisa os efeitos jurídicos da inseminação post mortem homóloga no direito de família e das sucessões. Diante da ausência de legislação específica, o Código Civil de 2002 apresenta as diretrizes gerais aplicáveis. Contudo, ao mesmo tempo em que este estabelece a presunção de paternidade para os frutos da referida técnica, determina que os herdeiros são pessoas “nascidas ou já concebidas” quando da abertura da sucessão. Nesse contexto, a doutrina diverge na interpretação sistemática da legislação civil à luz dos princípios constitucionais. A decisão judicial inédita e o Projeto de Lei n. 90/99 apontam o rumo que a questão deverá tomar.
Descargas
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
As opiniões emitidas nos artigos são de responsabilidade exclusiva de seus autores.

Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.