Globalização: Para quem?

Natan Ben-Hur Braga, Carlos Roberto da Silva

Resumo


meio a toda essa complexidade mundial, quando os governos já aparecem com contornos supranacionais, quando as corporações da mesma forma suplantam os espaços
físicos territoriais, surgem questionamentos que impulsionam à pesquisa, uma vez que a composição de todo esse amálgama social é composta por pessoas, sujeitos invisíveis cujas repercussões de tomadas de decisão lhe afetam diretamente. Por tal motivo, o que se pretende explorar nesse estudo é a necessidade de que esse mesmo sujeito
possua meios de participar de tais decisões sem que seja pelo simples elemento do sufrágio. Que sua participação seja efetiva, digna e cujas consequências sejam direcionadas e redirecionadas de acordo com as suas verdadeiras necessidades em um pulsar dinâmico e eficaz.


Palavras-chave


Sujeito. Constitucionalismo intercultural. Democracia participativa.

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DOI: https://doi.org/10.14295/revistadaesmesc.v21i27.89

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Revista da ESMESC, Florianópolis, ISSN 1519-8731 (impresso), ISSN 2236-5893 (eletrônica).