O PATRIARCADO E A TEORIA MARXISTA

VISÃO E CRÍTICA

Autores

  • MAIRA SALETE MENEGHETTI Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.14295/revistadaesmesc.2026e511

Palavras-chave:

Patriarcado; emancipação feminista; teoria marxista; divisão sexual do trabalho; história social.

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar criticamente as diferentes interpretações acerca da opressão patriarcal, com ênfase na perspectiva da teoria marxista, destacando a importância do conhecimento histórico para a construção de um pensamento feminista efetivamente emancipatório. Para tanto, adota-se o método indutivo, baseado na análise de dados e evidências provenientes da literatura especializada e de registros históricos, a fim de identificar padrões e contrapontos relacionados à origem e à consolidação da divisão sexual do trabalho, bem como às adaptações históricas do discurso a esse respeito. Os resultados indicam que o patriarcado não decorre de um determinismo biológico, mas constitui uma construção histórica orientada à manutenção da dominação masculina, com adaptabilidade às mudanças sociais. Conclui-se que, para além da compreensão do tema, o reconhecimento desse processo histórico é fundamental para a formulação de ações e políticas voltadas à promoção da equidade de gênero e à edificação de uma sociedade democrática e igualitária.

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Biografia do Autor

MAIRA SALETE MENEGHETTI, Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina

Juiza de Direito da Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina. Mestranda da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI.

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Publicado

2026-05-18